domingo, 21 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
domingo, 21 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Prossegue o uso de tortura nos EUA

Um juíz americano condena jovens acusados de pôr a aparelhagem do carro demasiado alto a ouvir Barry Manilow, Dolly Parton e The Carpenters (foto).
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Batas e supremacia branca

Carl de Keyzer (1991!)
Sentia falta de lunáticos de bata. Já há 5 meses que não apareciam, uma eternidade.
Como curiosidade, a letra é um poema de Ricarda Huch. Desconfio que o facho que a canta desconheça a postura da senhora contra o partido Nazi. Ou então está-se nas tintas.
ps. Será que há um alfaiate que encontrou no Klan um nicho de mercado ou serão os próprios a preparar as fatiotas? Tenho ideia de ter visto uma reportagem com um velhote que fazia a bata do papa... ou eram os sapatos, já não me lembro. Talvez haja igualmente o equivalente para o KKK... se não houver, está aqui uma oportunidade para algum empresário lesto. É só uma ideia.
Etiquetas: Carl de Keyzer, fotografia, Jörg Hähnel, KKK, música, Ricarda Huch
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Vendavais
"Heathcliff, it's me, I'm Cathy, I've come home,
I'm so cold, let me in your window."
Wuthering heights (1986), Kate Bush
(a versão original é de 1978, tinha ela 19 anos)
Um comentário no YouTube:
"She looks like a whore gone crazy, but the song is beautiful"
Outra versão, dos italianos Ataraxia (1996):
"It's me. Christine, Christine took heat from the ice,
so cold, I needed you, so cold"
Para finalizar...
The semaphore version of Wuthering Heights (1970), Monty Python
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Halloween

Mother and child (2007), Mia Mäkilä
Ia pôr qualquer coisa dos Misfits, dos Birthday Party ou dos Alien Sex Fiend — ou talvez mesmo uma dos anos 50, como fiz aqui —, mas não, fico-me pelo Fausto e pelo seu álbum de 1982 Por este rio acima, inspirado na Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. Ainda que não fosse essa a intenção, não destoa se ignorarmos o espírito jovial usual neste dia (incesto e canibalismo não ligam bem com o típico "trick or treat" infantil, vá-se lá perceber).
Como se a Terra corresse
Inteirinha atrás de mim
O medo ronda-me os sentidos
Por baixo da minha pele
Ao esgueirar-se viscoso
Escorre pegajoso
E sai
Pelos meus poros
Pelos meus ais
Ele penetra-me nos ossos
Ao derramar-se sedento
Nas entranhas sinuosas
Entre as vísceras mordendo
Salta e espalha-se no ar
Vai e volta
Delirante
Tão delirante
É como um sonho acordado
Esse vulto besuntado
A revolver-se no lodo
A deslizar de uma larva
Emergindo lá ao fundo
Tenho medo, ó medo
Leva tudo, é teu
Mas deixa-me ir
Arrasta-me à côncava do fundo
Do grande lago da noite
Cruzando as grades de fogo
Entre o Céu e o Inferno
Até à boca escancarada
Esfaimada
Atrás de mim
Atrás de mim
É como um sonho acordado
Esses olhos no escuro
Das carpideiras viúvas
Pelo pai assassinado
Desventrado por seu filho
Que possuiu lascivo
A sua própria mãe
E sua amante
Meu amor quando eu morrer
Ó linda
Veste a mais garrida saia
Se eu vou morrer no mar alto
Ó linda
E eu quero ver-te na praia
Mas afasta-me essas vozes
Linda
Tens medo dos vivos
E dos mortos decepados
Pelos pés e pelas mãos
E p'lo pescoço e pelos peitos
Até ao fio do lombo
Como te tremem as carnes
Fernão Mendes
Como um sonho acordado (1982), Fausto
Etiquetas: Fausto, halloween, Mia Mäkilä, música, pintura
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Manteiga
Apesar de eu nunca ter sido punk, nem sequer ter ido além de um conhecimento pouco mais do que superficial do género no que toca a bandas e personagens, tenho que admitir que a notícia do Johnny Rotten ter feito um anúncio a manteiga (aí para baixo) me deixou algo deprimido. Nunca fui de grandes convicções (nem pequenas, agora que penso nisso), mas sempre tive alguma admiração pelos que as tinham e, mais importante, faziam algo a esse respeito. Podia desprezar as suas ideias, considerar risíveis as suas crenças, ridicularizar as suas certezas e ideais, mas pelo menos mexiam o cu (e este blogue não se chama Sem ganas por acaso).
Fica uma melodia dos Exploited, no reinado da Thatcher (Maggie). O doce sotaque escocês não permite a compreensão integral da mensagem, mas dá para ficar com uma ideia: Wankers (1983).
Hitler was a pacifist,
His mother was a nun,
Prince Charles was his father
And he takes it up the bum
They're all fucking wankers
And it's a fucking shame (shit?)
Fagan wanted to have a fuck
To fuck her from behind
But Fagan couldn't get it up
He'd been drinking too much wine
They're all fucking wankers
And it's a fucking shame
Lady Di had a spastic
With scrambled eggs for brains
It looks like his brother*
And it's a fucking shame
They're all fucking wankers
And it's a fucking shame
Maggie got a sex transplant
and now she's got a cunt
Michael Foot's retarded
He's in politics for fun
They're all fucking wankers
And it's a fucking shame
* O príncipe Harry só nasceu em 1984, pelo que deve haver aqui um erro. Ou talvez não. Não faz diferença.
Etiquetas: música, The Exploited

















