quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Arte para a passagem de ano

Spaced: Art (1999), Simon Pegg + Jessica Stevenson + Edgar Wright

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Heaven

World Trade Center

anúncio ao World Trade Center (c. 1980)

2009 americanocêntrico

Never a year like '09 (2009), JibJab

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Vaticano - País de Gales




Escrevi Nova Zelândia, mas com camisola vermelha deve ser do País de Gales.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

She loves you

Do original dos Beatles, Spike Milligan e Peter Sellers gravaram estas versões:












































Já é amor a mais.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Capaz de levantar um morto

Helmut Newton - Serge Gainsbourg et Jane Birkin

Serge Gainsbourg e Jane Birkin (1978), Helmut Newton




Até o Gainsbourg tolerou tê-la a "cantar" neste dueto, tal o feitiço.









segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Crítica cinematográfica como deve ser feita



. 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 .

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Os gatos são os nossos donos

Acordei com o barulho das portas do roupeiro a bater (daquelas que deslizam lateralmente; falta-me o nome, se é que tem um). Ainda meio a dormir, só me ocorreu que pudesse ser um gato fechado a esgravatar para sair. Abri: vazio. Caminha. De manhã soube do sismo.

Paisagens urbanas

Vasco MourãoVasco Mourão

Vasco Mourão



O seu blogue.
Gosto particularmente desta.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Never going anywhere

Bootsy Holler

Bootsy Holler










domingo, 6 de dezembro de 2009

Nu dominical

Nobuyoshi Araki

Nobuyoshi Araki (o cavalheiro na foto)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Choque geracional

Lee Misenheimer

Lee Misenheimer










vs.











Música de Tuva.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Buchholz

Fui hoje um dos que aproveitaram a liquidação de stock da falida livraria Buchholz. Ia a caminho sentindo-me um abutre, jubilante pela oportunidade de arrancar os restos de carne que conseguisse. Cheguei uns vinte minutos antes da abertura. À porta estavam uma dezena de pessoas, reconheci algumas: alfarrabistas. Isto há abutres e abutres, estes banqueteiam-se regularmente com bibliotecas deixadas nas mãos de herdeiros. Já livrarias falidas são iguaria mais rara, embora, pelo que lhes ouvi comentar, esta foi-lhes algo sensaborona (é por demais sabido que alfarrabistas e taxistas nunca estão satisfeitos).

Gostei de viver aquele frenesim. Gente adulta e, normalmente, civilizada numa corrida ao ouro sem quartel, alarvemente percorrendo as estantes: à porta, uma mulher comentava a táctica de um casal que, segundo ela, estava a usar os filhos pequenos para passar à frente dos outros; um homem com uma pilha de livros recolhidos, pousados numa prateleira, instintivamente abraçou-os quando estendi a mão para pegar noutro que lhes estava próximo; olhava-se para o montinho que o vizinho tinha conseguido juntar — maldito! — como se olha de esguelha para a pila do tipo no urinol ao lado: com um misto de curiosidade, inveja (se for o caso) e repulsa. No fim, uma fila para pagar que, pelo tempo que se levava a chegar à caixa, mais parecia que tínhamos ido agradecer à santa. Doíam-me os pés que se fartava quando saí de lá, um preço justo.