quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Sobre a veia dialogante da igreja

"(...) como é possível que aquele homem ou mulher, que se diz ateu, gaste tanta energia intelectual, tanto tempo e, às vezes, tanto dinheiro, para se documentar, para estudar e para falar sobre algo em que não acredita - Deus. Não ocorreria a ninguém despender recursos assim para falar de gambozinos."


Desde que seja para falarem de Deus, Pedro Arroja (Blasfémias, 03.01.2007)



No dia em que, em nome dos ditos gambozinos, me tentem impor comportamentos, políticas, ideias... enfim, que me tentem moldar (compulsivamente) o modo como vivo, aquilo que digo, aquilo que faço, certamente que as referidas criaturas ganharão a minha atenção.

Quanto à incapacidade dos agnósticos em se decidirem... digamos que a "informação" prestada é de reduzida qualidade (ler "relevância").


ps. Lamento o desvio da linha de futilidade e auto-contemplação que caracteriza este blogue. Prometo retomá-la assim que possível.